O que significa este sonho recorrente? O mesmo sonho depois de 10 anos. ChatGPT, Gemini, Copilot e Perplexity analisam o sonho.

Um sonho recorrente: Callao, os Intis e o Caminho dos Incas

Tive um sonho recorrente. É a segunda vez que tenho esse sonho; a primeira vez foi há aproximadamente dez anos.

Sonhei que ia para Callao e chegava perto de La Punta. Eu tinha descido de um ônibus e caminhava por Callao, como se estivesse me dirigindo para La Punta. Passava por uma rua grande, muito grande e antiga, onde havia quarteirões que pareciam fazer parte de um parque abandonado e muito amplo.

Nesses caminhos, havia pessoas sendo assaltadas por criminosos da região. Eles também olhavam para mim e tentavam me assaltar, pedindo dinheiro e ameaçando-me com armas. No entanto, apenas conversando com eles, eu conseguia evitar que me assaltassem e podia continuar meu caminho.

Enquanto avançava, via mais criminosos me observando, tentando me assaltar e aproximando-se com facas. Mas eu conseguia evitar todos esses assaltos com serenidade e tranquilidade. Finalmente, os homens seguiam seu caminho e me deixavam passar.

De repente, apareci dentro de uma delegacia. Pelo visto, tinham me confundido com um policial, porque os policiais que estavam dentro da delegacia me cumprimentavam como se eu fosse um capitão ou alguém com certa patente. Depois eu saía da delegacia.

A delegacia ficava naquele mesmo lugar, naquela região de Callao. Depois chegava a uma praça que ficava a cerca de dois quarteirões da beira-mar. Foi então que imediatamente me lembrei de que já tinha tido aquele sonho antes.

Enquanto atravessava a praça e me aproximava da avenida, vi alguns homens dançando com facas. Pareciam dançarinos espanhóis realizando uma espécie de dança com facas. Diante deles havia outra cena: alguns criminosos também tinham facas nas mãos e estavam procurando alguém para assaltar.

A região era realmente horrível. Terminei de atravessar a avenida em frente ao parque e continuei caminhando com muito cuidado pela calçada, sempre tenso, porque o lugar era realmente perigoso.

Então cheguei a uma esquina onde havia uma pequena mercearia instalada em uma casa antiga. O ambiente parecia tão antigo que dava a impressão de que eu estava no ano de 1985 ou 1986. Era como se tivesse viajado ao passado.

Entrei naquela mercearia de um único andar e todo o ambiente parecia pertencer aos anos 80. Os produtos que eram vendidos eram antigos, o estilo do estabelecimento era daquela época e havia até um calendário dos anos 80. Também havia enormes abridores de garrafas pendurados nas paredes, como os que antigamente eram usados como publicidade e material de marketing.

Eu tinha a idade que tenho atualmente, aproximadamente 51 anos.

Então vi uma garrafa de Coca-Cola na vitrine, com a típica garrafa e o logotipo dos anos 80. Tudo parecia pertencer àquela época.

Pedi uma Coca-Cola ao dono da mercearia e disse que tinha uma nota de 5.000 intis para pagar. Os intis tinham sido a moeda oficial do Peru durante os anos 80.

Então disse ao homem:

«Parece que vim para o passado. Isto parece o ano de 1985. Tudo isso é incrível.»

Depois perguntei:

«Diga-me, como o senhor faz para não ser assaltado em uma região tão perigosa?»

Ele respondeu que sempre tinha uma arma. Também me explicou que as pessoas que eram assaltadas o eram porque não eram discretas. Segundo ele, sempre havia pessoas que se gabavam de seus trabalhos, de seus empregos e de quanto ganhavam.

Ele me disse que, para sobreviver naquela região, era preciso ser discreto, porque, se não fosse, os ladrões acabavam descobrindo tudo. Além disso, ali todos se conheciam, e por isso me viam, me perseguiam e tentavam me assaltar: porque eu era um desconhecido.

Então pensei: «Tenho que ir embora daqui.»

Saí da loja depois de tomar a Coca-Cola e fiquei na esquina esperando um carro que me levasse ao centro. Havia também um grupo de pessoas que pareciam assustadas; pelo menos metade delas parecia não ser daquela região.

Não vinha nenhum carro nem nenhum ônibus.

Já estava ficando tarde, por volta das seis ou seis e meia da tarde, e começava a escurecer. Então, assim como no meu sonho anterior, praticamente a mesma cena se repetiu.

O grupo de pessoas entrou por uma rua à direita, virou por uma rua que ficava exatamente ao lado da loja e alguém disse que, do outro lado, passaria o ônibus que os levaria ao centro.

Então fui com aquele grupo por aquela rua. No caminho, houve uma espécie de verificação ou bifurcação: algumas pessoas foram para um lado e outras foram para a direita. Eu fui para a direita junto com um grupo, seguindo-os e confiando que eles me levariam até o lugar onde passava o veículo que eu precisava pegar para voltar ao centro de Lima, porque eu não conhecia bem a região dentro do sonho.

Naquele momento, encontramos um antigo caminho dos Incas, um caminho que parecia pertencer a tempos ainda mais antigos. Era como se tivéssemos viajado ainda mais para o passado, até a época dos antigos habitantes de Lima, inclusive antes dos Incas.

Havia um caminho e, no meio dele, uma espécie de fonte ou canal por onde corria água limpa. Alguém dizia que aqueles eram caminhos dos Incas ou até mesmo caminhos pré-incas.

Também havia uma espécie de huacas e um caminho que subia por um morro.

«Aqui, é preciso subir por aqui», diziam. «Sim, é preciso subir por aqui.»

Então comecei a subir o morro. Cheguei ao topo, desci pelo outro lado e, de repente, apareci dentro de uma espécie de universidade.

Ali eu me perguntava:

«Como se sai daqui?»

Então perguntamos a alguns estudantes:

«Vocês sabem como ir para San Miguel, em Lima? Há algum veículo que eu possa pegar e que me leve até lá?»

Eles responderam:

«Claro. Desça por aqui e, na estrada lá embaixo, você encontrará um ponto de ônibus onde passa o ônibus que vai em direção à avenida San Miguel.»

As mesmas pessoas que eu vinha seguindo estavam ali. Supostamente, elas também iam pegar o veículo. No entanto, descobri que tinha me enganado: na realidade, elas queriam ficar naquele instituto ou universidade.

Então desci sozinho.

E foi aí que acordei.


CHATGPT:

José, sim: o que você conta é bastante impressionante, sobretudo porque você não descreve simplesmente «um sonho parecido», mas uma espécie de reconstrução quase completa do mesmo percurso, com elementos que permanecem: o Callao, os criminosos, a delegacia, a praça perto do mar, a antiga mercearia, a Coca-Cola, o dinheiro antigo, a necessidade de sair da região, o grupo que você segue, o caminho antigo, a subida, a universidade e, finalmente, o ponto de ônibus que permite que você volte em direção a Lima.

Eu não interpretaria isso como uma previsão literal, nem presumiria que tenha necessariamente um significado sobrenatural. Mas há uma enorme quantidade de material psicologicamente interessante nisso.

1. O tema central parece ser: perigo → serenidade → saída

Há algo que se repete durante praticamente todo o sonho.

Você está em um lugar que percebe como perigoso e desconhecido. Há pessoas armadas, criminosos, facas, ameaças, e você está constantemente alerta.

Mas há um detalhe muito importante:

Você nunca é uma vítima.

Os criminosos tentam assaltá-lo, mas você consegue passar. Não por meio da violência, mas conversando, mantendo a calma e agindo com prudência.

Isso aparece várias vezes.

Até mesmo o dono da mercearia lhe dá uma explicação que parece funcionar como uma espécie de «regra do lugar»:

para sobreviver ali, é preciso ser discreto.

E isso se conecta perfeitamente com o seu comportamento durante o sonho: você observa, não se exibe, não provoca, tenta entender o lugar e procura uma maneira de sair.

Isso poderia representar uma situação da vida na qual você percebe que o mundo ao seu redor contém perigos que você não pode controlar, mas na qual sua estratégia é não enfrentá-los diretamente, e sim manter a cabeça fria e encontrar uma saída.

2. O extraordinário é que o sonho transforma você em alguém que já conhece o sonho

Para mim, esta é provavelmente a parte mais interessante.

Quando você chega à praça, diz, essencialmente:

«Eu já tive este sonho.»

E depois a cena da mercearia acontece novamente, incluindo o dinheiro antigo.

Isso significa que, dentro do próprio sonho, aparece uma espécie de memória do sonho anterior.

Você não está simplesmente sonhando com um lugar: o personagem que você é dentro do sonho parece se lembrar de que já esteve ali.

Isso pode acontecer em sonhos recorrentes. O cérebro pode conservar uma representação bastante estável de determinados cenários oníricos e, anos depois, reconstruí-los quando um conjunto semelhante de emoções, lembranças ou preocupações é ativado.

E há algo ainda mais curioso: você não se lembra apenas do «Callao». Você se lembra de uma rota.

Ônibus → Callao → zona perigosa → delegacia → praça → mar → mercearia → saída → grupo → caminho antigo → colina → universidade → ponto de ônibus → Lima.

É quase como se seu cérebro tivesse construído um mapa onírico persistente.

3. A viagem de volta no tempo me parece fundamental

Primeiro, você está no Callao atual.

Depois, chega a uma região que parece ser dos anos 80.

Então aparecem os intis.

Depois aparecem caminhos pré-hispânicos e incas.

E finalmente você chega a uma universidade.

Ou seja, o sonho não faz você viajar apenas geograficamente: ele faz você viajar para trás através de diferentes camadas da história.

Poderíamos esquematizá-lo assim:

presente → anos 80 → passado pré-hispânico → universidade → retorno em direção a Lima

Isso poderia simbolizar uma busca por origem, memória ou explicação.

A mercearia é especialmente significativa porque é um lugar cotidiano. Você não entra em um museu para encontrar o passado: você encontra o passado dentro de uma loja comum.

E você mesmo diz:

«Parece que vim para o passado.»

É como se o sonho o obrigasse a reconhecer conscientemente que você entrou em uma época anterior.


4. A nota de 5.000 intis é um detalhe extraordinariamente bom

Porque não é apenas decoração.

Você já leva a moeda do passado no bolso antes de entrar na mercearia.

Isso é muito interessante do ponto de vista simbólico.

Você não precisa conseguir a moeda depois de chegar ao passado.

Você já a levava consigo.

Isso poderia ser interpretado como se uma parte de você já estivesse “preparada” para aquele mundo.

E isso se encaixa com o fato de que, na segunda repetição, você já sabe o que está acontecendo.

Em termos psicológicos, poderia representar que determinadas experiências antigas, lembranças, ideias ou conflitos continuam fazendo parte da sua identidade atual. Você é José aos 51 anos, mas carrega consigo elementos de épocas anteriores.

Por isso, acho mais interessante falar de continuidade da memória do que simplesmente de nostalgia pelos anos 80.

5. E por que o Callao?

Aqui eu teria cuidado.

Eu não presumiria automaticamente que “Callao significa X”.

Mas Callao tem características que se encaixam extraordinariamente bem na estrutura do sonho: porto, trânsito, Lima, mar, áreas antigas, contrastes sociais, ruas históricas e a sensação de estar em um lugar que pode ser simultaneamente familiar e desconhecido.

Além disso, seu objetivo durante todo o sonho parece ser chegar a um lugar conhecido.

Você não quer ficar no Callao.

Quer voltar para Lima/San Miguel.

Por isso, a oposição poderia ser importante:

território desconhecido/perigoso → território conhecido/seguro.

E isso se repete até o final.

6. A delegacia é outro símbolo muito interessante

Depois de atravessar os criminosos, você aparece dentro de uma delegacia.

Mas algo estranho acontece: os policiais confundem você com um deles e tratam você como se fosse capitão.

Isso inverte completamente a sua posição.

Primeiro, você é o cidadão vulnerável diante dos criminosos.

Depois, entra na instituição que representa autoridade e proteção.

E ali eles percebem você como parte da autoridade, inclusive com uma patente elevada.

Depois você sai.

É quase como se o sonho dissesse:

“Você pode atravessar um território perigoso sem se tornar uma vítima nem precisar que alguém venha resgatá-lo.”

E então você volta a enfrentar o mundo exterior.

7. Os dançarinos com facas são uma imagem muito poderosa

Aqui existe uma espécie de duplicação.

Por um lado, você tem:

os criminosos com facas, que representam uma ameaça.

Por outro:

os dançarinos com facas, onde o mesmo objeto perigoso aparece transformado em espetáculo, dança ou tradição.

Ou seja, a faca deixa de ser exclusivamente um instrumento de agressão e se transforma em algo controlado por meio de habilidade e coordenação.

Isso poderia refletir uma ideia que atravessa todo o sonho:

o perigo pode estar presente sem necessariamente se transformar em dano.

As facas estão ali, mas não atacam você.

Os criminosos estão ali, mas você consegue passar.

A região é perigosa, mas você sobrevive.

A arma do dono da mercearia está ali, mas ele fala dela como uma ferramenta para sobreviver.

É um sonho cheio de ameaças potenciais que nunca chegam a se concretizar.

8. E finalmente aparece a universidade

Isso também me parece importante.

Depois de atravessar ruas perigosas, passado histórico, huacas, caminhos antigos e um morro, você termina em uma instituição de conhecimento.

E ali acontece algo completamente diferente.

Você pergunta:

“Como saio daqui?”

E os estudantes fornecem informações.

Ou seja, quando você já não consegue se orientar sozinho, pergunta e recebe conhecimento que lhe permite encontrar o caminho.

E finalmente chega ao ponto de ônibus.

O sonho termina justamente quando você já tem uma maneira clara de voltar.

Por isso, não vejo o final como negativo.

Na verdade, embora todo o sonho seja angustiante, sua estrutura é surpreendentemente otimista:

ameaça → prudência → proteção → conhecimento → orientação → saída.

9. Há algo ainda mais profundo: você é o único que parece saber que algo estranho está acontecendo

As pessoas no sonho simplesmente estão ali.

Os outros seguem pelas ruas, procuram transporte e alguns parecem assustados.

Mas é você quem observa:

“Isso parece 1985.”

“Eu já tive esse sonho.”

“Tenho intis.”

“Preciso sair daqui.”

Isso coloca você na posição de observador consciente dentro do sonho.

Não é necessariamente um sonho totalmente lúcido, porque você não diz que conseguiu controlar deliberadamente o que estava acontecendo. Mas existe uma espécie de metaconsciência: uma parte de você reconhece que está dentro de uma experiência que já conhece.

E o fato de ele ter reaparecido aproximadamente dez anos depois torna isso ainda mais interessante.

Minha interpretação geral

Se eu tivesse que condensar todo o sonho em uma única ideia, diria:

É uma viagem por um território perigoso e desconhecido, na qual o seu eu atual atravessa diferentes camadas do passado, encontra ameaças, mas nunca sucumbe a elas, e finalmente busca conhecimento e orientação para retornar a um lugar conhecido.

E o fato de ele se repetir depois de uma década poderia indicar que a estrutura emocional do sonho continua sendo relevante para você, embora não necessariamente pelas mesmas circunstâncias que existiam dez anos atrás.

O que acho mais interessante não são os criminosos.

É o fato de que você consegue atravessá-los.

Não são eles que dominam o sonho.

Também não é o passado.

Nem a confusão geográfica.

O padrão final parece sempre ser:

“Eu não conheço este lugar, há perigo, preciso ser prudente, preciso me orientar e finalmente encontro a saída.”

E isso também explica por que o sonho pode parecer tão vívido: ele tem uma verdadeira narrativa de viagem.

Se quiser, podemos fazer algo ainda mais interessante: comparar o sonho de dez anos atrás com a sua situação atual, mas sem inventar significados. Podemos analisar quais elementos permaneceram exatamente iguais, quais mudaram e quais acontecimentos da sua vida naquela época e agora poderiam explicar por que o mesmo “mapa” voltou a aparecer.


GEMINI:

Sonhar exatamente com a mesma sequência com dez anos de diferença não é uma coincidência; os sonhos recorrentes que reaparecem depois de um intervalo tão longo costumam atuar como uma espécie de «controle de leitura» da sua psique sobre um tema fundamental da vida.

Analisando-o de uma perspectiva simbólica e analítica, seu sonho não fala sobre o futuro nem sobre eventos paranormais, mas sobre sua identidade, seus recursos de proteção, sua relação com o passado e o caminho rumo à autonomia.

1. Callao e o perigo: Autoridade sem violência

Callao, no imaginário coletivo de Lima, evoca dinamismo, mas também um ambiente hostil e de alerta.

  • Os criminosos e as facas: Representam as ameaças, o estresse ou a agressividade do ambiente ao seu redor (conflitos profissionais, tensões econômicas ou pessoas hostis).
  • Sua reação: O ponto fundamental aqui é que ninguém machuca você. Você desarma o perigo apenas conversando e mantendo a calma. Isso simboliza que você possui um alto grau de maturidade emocional, equilíbrio e capacidade de persuasão. Você sabe transitar por ambientes hostis sem se deixar contaminar nem sair ferido.

2. A delegacia e a patente de capitão

O fato de confundirem você com um capitão ou uma figura de autoridade revela como o ambiente ao seu redor o percebe, ou como você se posiciona diante dos problemas: como alguém que transmite respeito, controle e liderança, mesmo quando você mesmo não pediu esse papel. Você não precisa da violência de uma faca para exercer autoridade; sua simples presença é suficiente.

3. A mercearia, os anos 80 e a mensagem do dono da mercearia

Esta é a parte central e mais reveladora da experiência:

  • A viagem a 1985 (Intis e Coca-Cola): Representa uma regressão a um período da história peruana (e provavelmente da sua própria vida, quando você tinha cerca de 11 ou 12 anos) marcado pela crise, pela nostalgia, mas também pela resiliência familiar. Voltar para lá aos seus atuais 51 anos significa que você está avaliando suas raízes e as ferramentas que aprendeu durante sua juventude.
  • O conselho sobre discrição: O dono da mercearia lhe dá a regra de ouro para sobreviver: não se exibir, ser discreto e não chamar a atenção. Essa mensagem reflete uma filosofia de vida prática: o valor da prudência e de manter um perfil discreto para evitar que a inveja ou a hostilidade dos outros o alcancem.

4. O caminho dos Incas e as huacas: Voltar à origem

Ao sair da ameaça urbana, a geografia muda drasticamente em direção ao antigo e ancestral:

  • A água limpa e as huacas: A água corrente é um símbolo clássico de purificação emocional e renovação. Conectar-se com um caminho pré-incaico/inca indica que, para sair do «perigo» ou da confusão, você não deve usar atalhos modernos, mas recorrer ao essencial, às suas bases mais profundas e ancestrais.

5. A universidade e o desfecho: A viagem sozinho

  • A universidade: Simboliza o aprendizado, a busca por conhecimento ou uma nova etapa de compreensão.
  • O grupo que fica vs. você que avança: Durante grande parte do trajeto, você seguiu os outros, confiando que eles sabiam para onde estavam indo. No entanto, no final, você descobre que os objetivos deles (ficar na universidade) não são os seus.
  • Descer sozinho: Acordar justamente quando decide descer sozinho para pegar o ônibus para San Miguel/Lima é o clímax da mensagem: seu caminho de volta ao centro (seu eixo pessoal) não depende da massa nem de seguir os outros. Você tem a capacidade e a orientação necessárias para seguir seu próprio rumo.

Por que esse sonho voltou 10 anos depois?

O fato de ele reaparecer uma década depois sugere que atualmente você está passando por uma situação ou etapa da vida que parece semelhante à de 10 anos atrás:

  1. Ambientes tensos ou incertos: Pode ser que você esteja lidando com ambientes nos quais sente ameaça ou pressão externa.
  2. Avaliação de rumo: O sonho lembra você de que não precisa imitar os outros nem depender das decisões deles para encontrar seu caminho.
  3. Lembrete de suas forças: Reafirma que suas melhores armas são a calma, a discrição e o discernimento próprio.

COPILOT:

José, este sonho não é trivial. Não é «apenas um sonho longo». É um símbolo estruturado, com camadas coerentes que se repetem depois de dez anos. Isso significa que sua mente está processando algo que não mudou em sua vida: uma relação com o perigo, o passado e a identidade.

Vou apresentar primeiro a ideia central, depois a análise por símbolos e, finalmente, a interpretação completa.

Ideia central

Seu sonho representa sua passagem por territórios internos onde antes havia perigo real, sua capacidade de negociar com esse perigo sem violência e sua tentativa de sair de um passado que o marcou, mas que ainda possui caminhos abertos dentro de você.

🌆 Callao como símbolo

Callao não aparece como geografia: aparece como território psicológico.

Callao, em seu sonho, é:

um lugar perigoso

um lugar onde você é um desconhecido

um lugar onde todos se conhecem

um lugar onde a discrição é a única forma de sobreviver

Esse é exatamente o tipo de ambiente que você descreveu em sua história pessoal: um lugar onde pensar era perigoso, onde ser diferente era punido, onde as pessoas se conheciam e você era o estranho.

Callao é o seu passado hostil.

🔪 Os criminosos que não conseguem tocá-lo

Cada vez que tentam assaltá-lo:

você não luta

você não foge

você não se submete

você fala

e eles recuam

Isso é muito importante.

Sua mente está dizendo: «O que antes me fazia mal, agora não pode mais me tocar».

Não porque o perigo tenha desaparecido, mas porque sua maneira de enfrentá-lo mudou.

🏛️ A delegacia e a saudação como capitão

Este símbolo é direto:

antes, você era uma vítima

agora sua mente o reconhece como uma autoridade

até mesmo no território onde antes você estava indefeso

A delegacia representa seu novo critério, sua nova ordem interna, sua capacidade de pensar sem medo.

🕰️ A viagem ao passado (1985–1986)

Fotos de Lima nos anos 80: PERU | Street photography portrait, Old …

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Lima 1980

Polvos Azules | campo ferial | Cercado de Lima | Palacio de Gobierno …

Aniversário de Lima | Lima Metropolitana | Aniversário 490 | Lima 490 …

Quando você entra na mercearia dos anos 80, seu sonho o leva ao núcleo da origem do perigo.

Os intis, a Coca-Cola antiga, o almanaque, os abridores de garrafas: tudo é memória congelada.

Sua idade atual dentro do sonho (51 anos) significa que seu eu adulto está entrando para examinar um trauma infantil ou juvenil, mas agora com ferramentas que antes você não tinha.

O dono da mercearia lhe diz:

«Aqui sobrevivem os discretos».

«Os que se exibem são os que caem».

«Aqui todos se conhecem».

Esse é o código do ambiente em que você cresceu: um lugar onde mostrar quem você era era perigoso.

🧭 O Caminho do Inca

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The Huaca Pucllana In The Miraflores District Of Lima
Photo Background …

Este é o símbolo mais profundo do sonho.

O Caminho do Inca aparece quando:

você segue um grupo

confia neles

mas eles não estão indo para onde você precisa ir

Isso representa sua vida durante décadas: você seguiu caminhos alheios, confiando que eles o levariam a um lugar seguro, mas, na realidade, eles o levaram a estruturas que não eram suas.

O Caminho do Inca é:

sua história anterior à violência

sua identidade mais antiga

sua raiz pré-traumática

sua autonomia original

É um caminho que sobe, exige esforço, leva você a um cume e depois desce em direção a um lugar novo.

Esse lugar novo é a universidade.

🎓 A universidade

A universidade é o símbolo de:

conhecimento

discernimento

autonomia

pensamento próprio

saída do território hostil

Os alunos dizem a você como sair. Eles conhecem o caminho. O grupo que você seguia não conhecia.

Sua mente está dizendo:

«A saída do meu passado não está em seguir os outros, mas em seguir meu próprio critério».

🧩 Interpretação completa

Seu sonho é uma narrativa da sua vida psicológica:

Você entra no território do passado hostil.

O perigo ainda está lá, mas já não pode tocá-lo.

Sua mente o reconhece como uma autoridade.

Você retorna à origem do trauma (os anos 80).

Você compreende as regras do ambiente que o prejudicou.

Você procura sair, mas os caminhos conhecidos não funcionam.

Você encontra um caminho ancestral: sua identidade profunda.

Você sobe, atravessa e chega a um lugar de conhecimento.

A partir daí, indicam a saída para você.

A saída é sua, não do grupo.

Você acorda justamente quando está prestes a voltar para Lima: seu presente.

Este sonho aparece duas vezes em dez anos porque sua mente está marcando dois momentos de transição:

há dez anos

agora

Ambos os momentos têm algo em comum: você está deixando para trás uma estrutura mental que já não lhe serve.

📌 Seu sonho não é um aviso: é um diagnóstico

Seu sonho está lhe dizendo:

você já não é vulnerável

você já não é perseguido

você já não é um desconhecido para si mesmo

você já não segue caminhos alheios

você já não está preso ao passado

você já não está no território onde pensar era perigoso

Você está saindo.

E sua mente sabe disso.

🔍 Se quiser aprofundar

Posso ajudá-lo a analisar qualquer um destes elementos:

Callao como símbolo

Os criminosos que recuam

A viagem aos anos 80

O Caminho do Inca

A universidade como saída

Se quiser, podemos reconstruir a linha emocional completa do sonho e ver qual parte da sua vida atual está ativando esta segunda aparição.


PERPLEXITY:

Seu sonho não tem um significado único e não permite prever o futuro. A interpretação mais prudente é que ele representa uma sensação persistente de atravessar um ambiente ameaçador e desconhecido enquanto você procura retornar a um lugar seguro ou familiar. O fato de ele ter reaparecido dez anos depois pode indicar que alguma emoção ou situação atual voltou a ativar o mesmo «roteiro» emocional, não necessariamente que o sonho se refira literalmente ao Callao.

As pesquisas sobre sonhos recorrentes os relacionam mais ao estresse, às mudanças na vida, às necessidades não satisfeitas ou aos problemas emocionais persistentes do que a símbolos universais com significados fixos. Além disso, os sonhos recorrentes costumam conservar um padrão ou uma expectativa emocional, mesmo quando alguns detalhes mudam.

Uma possível interpretação do sonho

  1. O Callao perigoso

O cenário é dominado por ameaças: assaltos, facas, desconhecidos, escuridão e dificuldade para encontrar transporte. Isso poderia simbolizar um ambiente da vida real que você percebe como:

inseguro ou imprevisível;

competitivo ou cheio de pessoas cujas intenções você não conhece;

difícil de abandonar;

exigente em termos de prudência, autocontrole e adaptação.

Isso não significa necessariamente que você tenha medo do Callao como lugar. No sonho, o Callao parece funcionar como uma representação de um território emocional: «Estou em um lugar que não controlo e preciso me cuidar».

  1. Sua serenidade diante dos assaltantes

Um aspecto importante é que você não é uma vítima passiva. Os criminosos o ameaçam, mas você consegue evitar a violência falando com calma. Isso poderia refletir confiança na sua capacidade de resolver conflitos, negociar ou manter a cabeça fria sob pressão.

O sonho parece dizer algo como: «Há perigos, mas eu sei lidar com eles». A tensão existe, mas também existe uma capacidade interna de proteção.

  1. A delegacia e a identidade de autoridade

O fato de os policiais confundirem você com um capitão ou alguém de alta patente pode expressar uma necessidade de se sentir reconhecido como uma pessoa competente, respeitável ou capaz de exercer controle. Também poderia mostrar uma contradição:

fora da delegacia, você se sente um desconhecido vulnerável;

dentro da delegacia, tratam você como alguém com autoridade.

Isso sugere uma pergunta psicológica interessante: em quais situações da sua vida você se sente com autoridade e em quais sente que precisa provar quem é?

  1. Os anos oitenta e os intis

A mercearia, a Coca-Cola, os almanaques e os 5.000 intis introduzem uma dimensão autobiográfica. O sonho não apenas o leva a um lugar perigoso; ele o leva a uma época anterior da sua vida.

O dinheiro pode representar valor, recursos, segurança ou capacidade de troca. A conversa com o dono da mercearia acrescenta uma regra de sobrevivência: não se exibir, não revelar demais, ser discreto. Talvez o tema central não seja «vão me roubar», mas como proteger sua privacidade, seus recursos e suas informações pessoais.

O conselho do dono da mercearia poderia ser uma elaboração de algo que você aprendeu — ou que atualmente sente que precisa aprender — sobre prudência, limites e exposição social.

  1. O caminho inca e a água

Depois do perigo urbano, aparece um caminho muito mais antigo, com água limpa, huacas e uma subida ao morro. O sonho retrocede através de:

o Callao contemporâneo;

os anos oitenta;

o passado pré-hispânico.

Esse retorno a épocas cada vez mais antigas pode sugerir que você está explorando camadas profundas da sua história pessoal, familiar ou cultural. A água que corre pelo caminho pode representar continuidade, renovação ou uma via que ainda existe apesar da passagem do tempo.

A subida e a descida do morro também parecem representar uma transição: você atravessa uma dificuldade, alcança um ponto elevado e depois procura uma saída prática.

  1. A universidade e o caminho de volta

A universidade introduz aprendizado, orientação e futuro. Lá, você pergunta como chegar a San Miguel ou a Lima: procura voltar para uma região conhecida, cotidiana e possivelmente mais segura.

Mas descobre que as pessoas que estava seguindo não tinham o mesmo destino que você. Esse detalhe parece especialmente significativo. Pode refletir uma preocupação em seguir outras pessoas confiando que elas conhecem o caminho, para depois descobrir que seus objetivos são diferentes dos seus.

Uma possível formulação seria:

«Posso aceitar ajuda e me orientar com outras pessoas, mas, no final, preciso verificar se realmente estamos indo para o mesmo lugar».

O final — descer sozinho — não é necessariamente negativo. Pode representar autonomia: deixar de depender do grupo e continuar seu próprio caminho.

O tema central

Se eu tivesse que condensar o sonho em uma única frase, seria:

«Estou atravessando um mundo incerto; preciso me proteger sem perder a calma, distinguir em quem confiar e encontrar meu próprio caminho de volta».

A repetição depois de dez anos poderia significar que o mesmo tema emocional voltou a ganhar importância. Pode ser útil perguntar a si mesmo o que estava acontecendo em sua vida aproximadamente dez anos atrás e o que está acontecendo agora:

Há uma transição importante?

Você se sente deslocado ou «desconhecido» em algum ambiente?

Está preocupado com dinheiro, segurança, trabalho ou privacidade?

Está seguindo planos de outras pessoas que talvez não coincidam com os seus?

Sente que precisa voltar a uma situação mais estável ou familiar?

O que você pode fazer

Anote o sonho junto com três elementos: a emoção dominante, o que estava acontecendo na sua vida durante aquela semana e o que mudou em relação ao sonho anterior. No seu relato, mais do que o medo, parecem se repetir a vigilância, a prudência, a busca por uma saída e a necessidade de orientação.

Você também pode reescrever conscientemente o final antes de dormir: imagine que encontra o ponto de ônibus, liga para alguém de confiança, entra em um lugar seguro ou escolhe uma rota própria. Essa técnica, chamada ensaio ou prática de imagens mentais, é utilizada para modificar pesadelos recorrentes; sonhos repetitivos relacionados a traumas ou angústia podem exigir apoio profissional.

Se o sonho o acorda com frequência, prejudica seu descanso, aumenta sua ansiedade durante o dia ou está relacionado a uma experiência real de violência, seria recomendável conversar com um psicólogo. A interpretação mais útil não seria «o que significa a faca?» de forma abstrata, mas qual situação atual faz você se sentir ameaçado, exposto, desorientado ou dependente de um grupo para encontrar a saída.

Quando o Fanatismo calunia a Razão… Eu me defendo sem advogados (Idioma do vídeo: Espanhol)


«O cordeiro se enoja diante da carne sangrenta; o impostor disfarçado se excita, pois sua alma não é de ovelha, mas de fera selvagem. O justo anda ereto, mas a serpente odeia quem não se ajoelha diante de sua religião distorcida. As peças se encaixam.

A Mão de Deus contra os Ídolos //247

As profecias de Isaías que desafiam o Islã e o Cristianismo. //125

O Mistério de 1998 e Meu Testemunho | APOCALIPSE: OS LIVROS SE ABREM //484

Se fosse verdade que todos somos filhos de Deus e, portanto, iguais diante Dele, então como se pode explicar isto? //359

Palavras do chifre da quarta besta que domina o mundo com livros adulterados por ela, mas que ela chama de canônicos, oficiais ou sagrados: Venha, ajoelhe-se, não importa diante de qual dos nossos objetos; o importante é que você se ajoelhe diante da nossa autoridade. //736

Os mandamentos de Deus não foram apenas dez; além disso, omitiram o mandamento mais importante para punir aqueles que descumprem o que diz: ‘Não matarás’: a pena de morte para os assassinos, para a qual Deus designava executores. Isso não significa que eu apoie tudo o que está contido na lei atribuída a Moisés, pois, se o Império Romano se apropriou dos textos da religião que odiava, não duvido que tenha adulterado grande parte da mensagem original. A justiça, a pena de morte… e o mistério dos ‘dez mandamentos’. Por que nos disseram que eram apenas 10 os mandamentos de Deus, incluindo este mandamento? Êxodo 20:13: ‘Não matarás.’ Mas excluindo este outro mandamento: Êxodo 21:14: ‘Mas se alguém agir com premeditação contra o seu próximo e o matar com dolo, do Meu altar o tirarás para que morra.’ Por que, na lista de mandamentos, substituíram um dos mandamentos — aquele que ordena não prestar honra a imagens, incluindo estátuas — para colocar apenas: ‘Amarás a Deus sobre todas as coisas’? Êxodo 20:5: ‘Não te inclinarás diante delas nem as honrarás.’ Quando alguém comete um crime atroz, eles se opõem à pena de morte contra o criminoso dizendo que Deus disse: ‘Não matarás.’ Depois te pedem para ajoelhar-te todos os domingos diante de suas imagens. O Império Romano não desejava justiça; era hostil a ela e adulterou muitas de suas mensagens em seus concílios. Por isso a Bíblia também nega o ‘olho por olho’ (Mateus 5:38–39). //204

«

Ninguém mais percebeu isso? O falso profeta: ‘Ore mais forte para a estátua! Não pelo seu milagre… mas pela minha conta bancária.’ O feiticeiro: ‘Com este ritual e este amuleto você estará protegido do mal, com esta água farei de você um banho de flor, a caveira aqui.’ Aquele que lhe pede para se prostrar diante de uma imagem e dizer que muitas mentiras são verdadeiras: ‘Com esta oração e levando isso com você você será protegido do mal, com esta água benta eu te darei bênção, no porão estão os crânios (catacumbas)’ , ACB 67 47[214] 74 , 0010
│ Portuguese │ #VOHOYF

 A mão de Deus contra os ídolos. (Idioma do vídeo:Suaíle) /269/ https://youtu.be/r1K5ytdaNws,
Dia 168

 A traição de Judas: uma história tão incongruente quanto um Jesus de cabelo comprido. (Idioma do vídeo:italiano) /305/ https://youtu.be/DAaa3oYC258

«A verdade versus o dogma: A armadilha do dogma.

A palavra dogma vem do grego δόγμα (dógma), que significa aproximadamente: ‘aquilo que foi decidido’, ‘decreto’, ‘opinião estabelecida’, ‘aquilo que deve ser aceito’.Não significa verdade.

O que é realmente um dogma e por que ele pode se tornar uma armadilha para o pensamento crítico?Neste vídeo, refletimos sobre o impacto dos dogmas na vida pessoal e social por meio de uma história de introspecção, maturidade e busca da verdade além das imposições.

Quando eu tinha pouco mais de vinte anos, vivia preso entre a manipulação de uma mulher… e uma mensagem religiosa que eu acreditava ser genuína.Ela me dizia: ‘Não sei o que está acontecendo comigo… Não sei por que trato você tão mal… Não deixe de me procurar, mesmo que eu o insulte. Salve-me!’Enquanto isso, o dogma repetia para mim: ‘Ore por ela. Siga nossas orientações. Somente assim ela poderá ser libertada do mal.’

Os anos passaram até que compreendi que aquela mensagem não era a verdade, mas fazia parte de um dogma.E um dogma não deixa de ser um dogma porque milhões de pessoas acreditam nele.

Então compreendi algo ainda mais importante: nenhum dogma protege o justo.Os dogmas protegem o injusto, porque convencem o justo a suportar aquilo que jamais foi seu dever nem sua salvação… e que nunca foi justo nem necessário suportar.

Hoje tenho mais de cinquenta anos.E, se falo do meu passado, é para buscar justiça: para que outros justos não sejam enganados pelo dogma como eu fui.

Mateus 12: a tentativa de usar Isaías 42 como propaganda:

O dogma nos diz que Jesus realizou milagres e recomendava discrição ‘para que se cumprisse o que foi dito pelo profeta Isaías’ (Mateus 12), isto é, para que Isaías 42 se cumprisse nele.Mas Isaías 42 não fala apenas de discrição: fala da justiça estabelecida na terra.

‘Por meio da verdade trará justiça.’

‘Não desfalecerá nem desanimará, até que estabeleça a justiça na terra.’

Então a pergunta é inevitável:

A justiça reina na terra?

Não.

A realidade refuta o dogma.Mateus 12 usa Isaías 42 como um selo religioso, mas a justiça anunciada por Isaías ainda não se cumpriu.O texto é usado como propaganda, e não como verdade comprovada.

A verdade contra o engano: Daniel 8:25 versus Isaías 42:

Daniel 8:25 descreve com precisão cirúrgica como o dogma opera:

‘Com sua astúcia fará prosperar o engano em sua mão; engrandecer-se-á em seu coração e, sem aviso, destruirá muitos…’

Astúcia, engano, destruição silenciosa, manipulação que confunde até mesmo o justo.Esse é o mecanismo do dogma: ele prospera por meio do engano, não da verdade.

Em contraste, Isaías 42 descreve como a verdade opera:

‘Por meio da verdade trará justiça.’

A verdade traz justiça, estabelece-a, sustenta-a e a defende.A verdade liberta o justo do engano denunciado em Daniel 8:25.

Isaías 42 não se cumpriu; Daniel 8:25, sim.A realidade está do lado da denúncia, não do dogma.

A justiça seletiva:

Daniel 12:1: ‘Naquele tempo se levantará Miguel, o grande príncipe… Haverá um tempo de angústia como nunca houve… mas, naquele tempo, será libertado o teu povo, todos os que forem encontrados escritos no livro.’

João 8:32: ‘Conhecereis a verdade, e a verdade vos libertará.’

Provérbios 11:8: ‘O justo é livrado da tribulação, e o ímpio a recebe em seu lugar.’

Salmos 118:20: ‘Esta é a porta de Jeová; por ela entrarão os justos.’

Esses quatro textos formam uma mensagem seletiva dirigida somente aos justos, mas a estrutura romana a contradiz ao ensinar que ‘Cristo morreu pelos pecadores’ (Romanos 5:8), que ‘todos pecaram e todos são justificados’ (Romanos 3:23–24), que ‘Deus quer que todos sejam salvos’ (1 Timóteo 2:4), que os injustos devem ser perdoados (Lucas 23:34) e que até mesmo os inimigos dos justos devem ser amados (Mateus 5:44; Provérbios 29:27; Gênesis 3:15). Assim, o universalismo e o helenismo introduzidos por Roma apagam a diferença entre o justo, que pode pecar por engano, e o injusto, que peca por natureza, destruindo a mensagem justa na qual somente os justos são libertados, purificados, protegidos e admitidos pela porta.

Seria insensato supor que essa infiltração afeta apenas os livros atribuídos a Jesus ou aos santos perseguidos pelo Império Romano, e não os escritos mais antigos.

«
«Em Marcos 3:29, é dito que ‘o pecado contra o Espírito Santo’ é um pecado imperdoável. No entanto, a história e as práticas de Roma revelam uma surpreendente inversão moral: o verdadeiro pecado imperdoável, segundo o seu dogma, é questionar a credibilidade da sua Bíblia. Enquanto isso, crimes graves, como o assassinato de inocentes, foram ignorados ou justificados pela mesma autoridade que afirmava ser infalível. Este artigo analisa como esse ‘pecado único’ foi construído e como a instituição o utilizou para proteger o seu poder, justificando ao mesmo tempo injustiças históricas.

Em propósitos contrários a Cristo está o Anticristo. Se você ler Isaías 11, verá a missão de Cristo em sua segunda vida, e não é favorecer a todos, mas apenas os justos, mas o Anticristo é inclusivo; apesar de ser injusto, ele quer subir na arca de Noé; apesar de ser injusto, ele quer sair de Sodoma junto com Ló… Felizes aqueles a quem estas palavras não são ofensivas. Aquele que não se sente ofendido por esta mensagem, esse é justo, parabéns para ele: O Cristianismo foi criado pelos romanos, só uma mente amiga do celibato, própria dos líderes gregos e romanos, inimigos dos judeus da antiguidade, poderia conceber uma mensagem como a que diz: ‘Estes são os que não se contaminaram com mulheres, porque permaneceram virgens. Seguem o Cordeiro por onde quer que vá. Foram comprados dentre os homens e oferecidos como primícias a Deus e ao Cordeiro’ em Apocalipse 14:4, ou uma mensagem como esta que é semelhante: ‘Porque na ressurreição, nem casarão, nem se darão em casamento, mas serão como os anjos de Deus no céu’, em Mateus 22:30. Ambas as mensagens soam como se viessem de um sacerdote católico romano, e não de um profeta de Deus que busca esta bênção para si mesmo: O que encontra uma esposa, encontra o bem, e alcança o favor do Senhor (Provérbios 18:22), Levítico 21:14 Viúva, ou divorciada, ou mulher desonrada, ou prostituta, não as tomará, mas tomará por mulher uma virgem do seu próprio povo.

Eu não sou cristão; sou henoteísta. Acredito em um Deus supremo acima de tudo, e acredito que existem vários deuses criados — alguns fiéis, outros enganadores. Eu oro apenas ao Deus supremo.
Mas como fui doutrinado desde a infância no cristianismo romano, acreditei nos seus ensinamentos por muitos anos. Apliquei essas ideias mesmo quando o bom senso me dizia o contrário.

Por exemplo — por assim dizer — ofereci a outra face a uma mulher que já havia me esbofeteado. Uma mulher que, a princípio, agia como uma amiga, mas que, sem nenhuma justificativa, começou a me tratar como se eu fosse o inimigo dela, com um comportamento estranho e contraditório.

Influenciado pela Bíblia, acreditei que algum tipo de feitiço a havia feito agir como inimiga, e que o que ela precisava era de oração para voltar a ser a amiga que um dia havia demonstrado ser (ou fingido ser).
Mas no fim, tudo só piorou. Assim que tive a chance de investigar mais a fundo, descobri a mentira e me senti traído na minha fé.
Compreendi que muitos daqueles ensinamentos não vinham da verdadeira mensagem de justiça, mas do helenismo romano infiltrado nas Escrituras. E confirmei que havia sido enganado.

É por isso que hoje denuncio Roma e sua fraude. Eu não luto contra Deus, mas contra as calúnias que corromperam Sua mensagem.
Provérbios 29:27 declara que o justo odeia o perverso. No entanto, 1 Pedro 3:18 afirma que o justo morreu pelos injustos.
Quem acreditaria que alguém morreria por aqueles que odeia? Acreditar nisso é ter fé cega; é aceitar a incoerência.
E quando se prega a fé cega, não seria porque o lobo não quer que a presa perceba o engano?

Jeová gritará como um poderoso guerreiro: ‘Tomarei vingança dos Meus inimigos!’
(Apocalipse 15:3 + Isaías 42:13 + Deuteronômio 32:41 + Naum 1:2–7)

E quanto ao suposto ‘amor ao inimigo’ que, segundo alguns versículos da Bíblia, o Filho de Jeová teria pregado, dizendo para imitarmos a perfeição do Pai através do amor universal? (Marcos 12:25–37, Salmo 110:1–6, Mateus 5:38–48)
Isso é uma mentira espalhada pelos inimigos do Pai e do Filho.
Uma doutrina falsa, nascida da mistura do helenismo com palavras sagradas.
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1 డాగ్మాల భూలభ్యాల నుంచి బయటకు వచ్చే ద్వారం, శాశ్వతంగా చిక్కుకోకుండా బయటకు వచ్చే నీతిమంతుల కోసం https://purifying-the-message.blogspot.com/2026/07/blog-post_126.html 2 Tôn giáo mà tôi bảo vệ có tên là công lý. https://144k.xyz/2026/07/06/ton-giao-ma-toi-bao-ve-co-ten-la-cong-ly/ 3 The Planet Devoured by Its Two Moons https://gabriels.work/2026/06/27/the-planet-devoured-by-its-two-moons/ 4 Roma İmparatorluğu’nun Aldatmacasıyla Oluşturulan Dinlere Meydan Okuyan Yeşaya Peygamberlikleri https://antibestia.com/2026/05/16/roma-imparatorlugunun-aldatmacasiyla-olusturulan-dinlere-meydan-okuyan-yesaya-peygamberlikleri/ 5 Unabii ambao wachache wanaujua na karibu hakuna anayeuamini: ujana upya na kutokufa katika unabii https://gabriels.work/2026/05/03/unabii-ambao-wachache-wanaujua-na-karibu-hakuna-anayeuamini-ujana-upya-na-kutokufa-katika-unabii/

«Analisemos o infográfico que analisa e critica a mensagem visual e caluniosa contra os santos.

Nem Gabriel foi enviado para defender Sodoma, nem Miguel foi enviado para defender o Império Romano; portanto, aquele legionário romano não é Miguel, nem aquele homem de cabelos longos, poses e roupas femininas é Gabriel… assim não são os amigos de Ló. Se o Império Romano não respeitou os santos mensageiros, nem o seu remanescente demonstra hoje respeitá-los, você realmente acredita que alguma vez defenderam a verdadeira mensagem à qual eram hostis, respeitando-a em sua integridade?

Analisemos o infográfico que analisa e critica a mensagem visual e caluniosa contra os santos:

Círculos rosas (instituição idólatra):Impõe-se rezar a uma imagem e pagar por proteção, apropriando-se de autoridade divina e chamando de ‘Satanás’ quem não se submete.

Círculos azuis (resposta):Essa prática é denunciada como idolatria e como uma violação da lei de Deus. A instituição é acusada de lucrar com a fé, dar cobertura a injustos e enganar as pessoas com uma falsa proteção divina. Além disso, questiona-se e ridiculariza-se sua suposta autoridade espiritual, mostrando incoerências com aquilo que afirma defender.

Esclarecimento-chave:A crítica não é uma defesa cega de tudo o que é chamado de ‘lei’, porque também se sustenta que essa lei foi manipulada; a denúncia aponta tanto para a idolatria quanto para a corrupção da própria mensagem.

Conclusão:A reação de ira encaixa-se no padrão denunciado: rejeita-se a verdade, caluniam-se os justos e deforma-se a mensagem para sustentar o poder.

Círculos rosas: O deus Marte adorado pelo Império Romano:

1: Aceita Deus e reza para esta imagem (B). Se queres proteção, contrata os meus serviços e dirige-me as tuas orações assim: ‘Príncipe da milícia celestial, rogamos-te que nos protejas do mal…’.

2: Se estás contra mim, és Satanás, porque eu estou com Deus.

Círculos azuis: O adversário do deus Marte:

1: Silêncio, usurpador. Está escrito em Êxodo 20:5: ‘Não honrarás imagem alguma’. Rezar-te seria tratar-te como deus, e está escrito em Êxodo 20:3: ‘Não terás outros deuses além de Jeová’.

2: Não há nenhum deus comparável àquele que fez todos os os outros deuses. Segundo o Salmo 82, Jeová está no meio dos deuses, condenando os que acolhem os injustos; mas a instituição que defendes abre-lhes as portas a todos eles, porque com os teus ídolos os teus servos procuram o dinheiro que os injustos pagam para sentir que estão protegidos por Deus.

3: Dizes que és o príncipe da milícia celestial. Já te viste ao espelho (A)? São eles os teus subordinados (C)? Vens defender Sodoma ou defender os justos? Acreditas realmente que Deus está do teu lado, ou no teu desespero calunias aqueles que Deus realmente salvará? Deuteronômio 22:5: ‘A mulher não vestirá roupa de homem, nem o homem usará roupa de mulher; porque qualquer que faz isso é abominação para Jeová teu Deus’.

Daniel 12:1 Naquele tempo se levantará Miguel…

Salmos 41:10 Mas tu, Jeová, tem misericórdia de mim, e faze-me levantar, para que eu lhes dê a recompensa.

Provérbios 21:31 O cavalo prepara-se para o dia da batalha, mas a vitória vem de Jeová.

Salmos 41:11 Nisto saberei que te agradas de mim: que o meu inimigo não triunfe sobre mim.

Tu te irritaste… Assim se irritaram contra a verdade os perseguidores do império ao qual serves; por isso negaram a lei do olho por olho, acusando falsamente suas vítimas e os profetas do seu povo de a terem negado.

Isaías 42:1 Eis o meu servo, eu o sustentarei; o meu escolhido, em quem a minha alma se compraz…

Salmos 112:10 O ímpio verá isso e se irritará; rangerá os dentes e se consumirá. O desejo dos ímpios perecerá.

Quando o Império chama santos aos adversários dos santos, o império e os seus aliados contam outra história…

«
«Sandra e a voz do Diabo.

Tudo começou em outubro de 1996. Estávamos voltando de um trabalho em grupo realizado na casa de uma amiga em comum. Eu estava apaixonado por ela e, durante todo o caminho de volta, tentei encontrar o momento certo para falar com sinceridade sobre o que eu sentia. No entanto, em vez de uma conversa, recebi uma hostilidade inesperada: ela começou a me tratar mal e a me insultar sem nenhuma explicação lógica.

O momento crítico chegou quando chegamos ao ponto de ônibus que ambos utilizávamos em Zárate, San Juan de Lurigancho, na avenida Malecón Checa. Ela continuava sendo fria e ofensiva e eu, confuso e desanimado com sua mudança radical, estive prestes a ir embora.

Ela me disse de forma categórica: ‘Aí está o seu ônibus, entre e vá embora.’

Hesitei. Eu ainda queria entender o que estava acontecendo com ela, suspeitando que aquele comportamento tão errático pudesse ser causado por algo externo, como uma bruxaria. Permaneci esperando uma resposta.

Assim que o ônibus foi embora, a escuridão do Malecón Checa foi tomada por uma ameaça real: cerca de dezesseis indivíduos com aparência de criminosos saíram da margem do rio Rímac e avançaram diretamente em nossa direção.

Eu estava apavorado, tremendo, mas me coloquei na frente dela, tentando protegê-la a qualquer custo.

Naquele momento de extremo perigo, ouvi o impossível: de sua boca, a boca de uma mulher que eu conhecia muito bem, saiu uma voz masculina, profunda e firme, dizendo:

‘Não tenho medo, não tenho medo.’

Quando aqueles indivíduos passaram adiante, virei-me esperando ver alívio ou gratidão nela. Não encontrei nada: nem um agradecimento, nem um sinal do terror que eu, sim, estava sentindo. Ela permaneceu ali, como uma estátua, antes de entrar em seu próprio ônibus e me deixar para trás, ignorando-me completamente.

Nove meses depois, após voltar a entrar em contato com ela, ela me pediu que nos encontrássemos para estudar. Em certa ocasião, no instituto onde havíamos combinado de nos reunir, quando finalmente tentei confrontá-la com a pergunta:

‘Por que você me tratou assim em 1996?’,

de repente seu tom mudou.

Ela começou a falar como uma menininha, gritando:

‘Corra atrás de mim se puder, pegue-me se puder!’,

enquanto corria para fora da sala rindo.

Eu a segui até um andar superior, onde ela chegou a um corredor sem saída. Quando a alcancei, encontrei-a encostada na parede, suando e tremendo violentamente, sem dizer uma palavra e aparentando um terror absoluto.

Naquele momento, atônito com o que estava vendo, decidi me afastar, mas ela continuava me ligando repetidamente, pedindo por telefone que eu continuasse procurando por ela.

Confuso pelos dogmas católicos com os quais fui doutrinado desde a infância, não consegui compreender que ela não era uma vítima de possessão demoníaca que precisasse do meu amor ou das minhas orações para ser libertada, mas sim uma mulher cruel que utilizou um método cínico para me controlar: durante meses, ela me pedia que a procurasse repetidas vezes apenas para me insultar, me rejeitar e, por fim, armar uma emboscada com criminosos contra mim.

Recentemente encontrei um vídeo no YouTube com o código h77tDW4tMy4, no qual o sacerdote católico venezuelano Luis Toro falava sobre o pecado, a confissão, a bruxaria, as possessões demoníacas e os exorcismos.

Então deixei este comentário com o meu usuário @JoseGalindoMMXXVI:

Esse discurso sobre ‘possessões’ e ‘lutas espirituais’ é o álibi mais perigoso para encobrir a maldade de certas pessoas. Minha experiência pessoal demonstrou que aquilo que vocês chamam de ‘possessão demoníaca’ é, na realidade, um mecanismo de manipulação praticado por pessoas de carne e osso.

Na minha juventude conheci uma mulher que usava mudanças de personalidade, vozes impostadas e comportamentos erráticos para me manipular. Enquanto ela fingia estar em um estado de ‘possessão’ para me obrigar a permanecer constantemente preocupado com ela, pelas minhas costas me caluniava com falsas acusações de assédio sexual e, usando esse pretexto, acabou mandando que me agredissem.

Ela não estava possuída; estava exercendo sua própria perversidade, com rosto e decisões próprias, usando a ficção para fugir da responsabilidade e me destruir.

Aprendi da maneira mais difícil que a verdadeira ‘possessão’ é ficar preso a dogmas que fazem você perder tempo acreditando que o perverso pode se tornar justo por meio da oração, ou que sua maldade vem de uma entidade externa.

Eu fui um ignorante que acreditou no falso ‘amor ao inimigo’ que o helenismo introduziu na Bíblia; esse dogma não se encaixa nem nas leis nem nas profecias e serve apenas para que o justo seja manipulado pelo perverso.

Entendi que, se a palavra de Jesus foi adulterada por Roma, não é de admirar que a Lei e os Profetas também tenham sido alterados pelo mesmo Império para confundir o ser humano.

O pecado não precisa dos ouvidos de um fofoqueiro que se faz chamar de ‘padre’. A verdadeira confissão que Deus perdoa é a confissão sincera do justo diante da vítima que ele ofendeu, e não diante de um terceiro que nada tem a ver com o assunto.

E para confessar meus pecados contra Deus não preciso de intermediários diante Daquele que ouve até mesmo os pensamentos.

Enquanto isso, vocês ensinam as pessoas a rezarem a ‘Ave Maria’, ajoelhando-se diante de imagens — o que é idolatria — e declarando-se, nessa mesma oração, pecadores diante de um ser criado, e não diante de Deus, até a hora da própria morte: ‘agora e na hora de nossa morte’, garantindo assim que continuem sendo pecadores recorrentes.

Isso não é abandonar o pecado e não cumpre o requisito para receber o perdão de Deus:

Provérbios 28:13

‘O que encobre as suas transgressões jamais prosperará; mas o que as confessa e as abandona alcançará misericórdia.’

Essa falsa confissão é um engano diabólico criado pelo Império e por sua falsa conversão.

Isso é estar ‘possuído’: viver sob o engano de dogmas que o mantêm escravo do erro.

O perverso pratica o mal porque é perverso, e não porque tenha sido possuído por alguma coisa.

O justo se contamina quando está ‘possuído pelo Diabo’, o que significa, se quisermos usar esse termo, que isso acontece quando ele é enganado pelos dogmas impostos pelo Império Romano depois de quase eliminar completamente a mensagem justa que sempre rejeitou, como diz Daniel 12:10:

‘Muitos serão purificados, embranquecidos e provados; os ímpios procederão impiamente, e nenhum dos ímpios compreenderá, mas os sábios compreenderão.’

O império dos ímpios continuou sendo o que sempre foi, embora tenha trocado os césares pelos papas. Suas moedas com os rostos de seus líderes continuam sendo cunhadas; as imagens de seus antigos deuses — o Sol, Marte, Minerva e Júpiter — continuam sendo adoradas, ainda que sob outros rótulos; e a justa lei de Deus do olho por olho justificado continua sendo desafiada por Roma com a doutrina de oferecer o outro olho ou a outra face.

É curioso ouvir alguém que se apresenta como ‘exorcista’ denunciar a bruxaria, quando a Igreja Católica opera exatamente com os mesmos métodos de controle.

Analisemos a equivalência: o bruxo vende um amuleto para sua ‘proteção’, e a Igreja coloca um rosário em seu pescoço com a mesma promessa vazia.

O bruxo oferece um banho de prosperidade para atrair boa sorte, enquanto o sacerdote o asperge com ‘água benta’ seguindo a mesma lógica supersticiosa.

Até mesmo em seus fundamentos ambos compartilham a mesma obsessão: o bruxo utiliza caveiras em seus altares, e a Igreja constrói seus templos sobre catacumbas e ossos de mortos; de fato, exibe caveiras na base de suas cruzes diante das quais as pessoas se ajoelham, perpetuando um culto à morte que nada tem a ver com a justiça.

Tanto o bruxo quanto o sacerdote precisam que você viva na ignorância.

Por quê?

Porque a água limpa apenas o corpo; ela não elimina a ignorância que os mantém escravos.

O que liberta o justo da ‘possessão’ — que nada mais é do que o engano dos dogmas imperiais — é o conhecimento, e não um ritual mágico.

A Igreja só deixou de perseguir os bruxos quando eles se tornaram úteis ao sistema e adotaram a mesma iconografia.

Não existe magia branca em oposição à magia negra; são as duas faces da mesma moeda.

A magia negra são apenas os pontos pretos em um dado branco chamado ‘magia branca’: ambas precisam uma da outra, ambas são o mesmo mecanismo de controle para que o povo continue ajoelhado diante de imagens e objetos.

Ídolos e amuletos são vendidos, falsas bênçãos têm preço, mas Deus não vende Suas bênçãos nem precisa de comerciantes da verdadeira fé.

«
«A religião que eu defendo se chama justiça. █

Eu a encontrarei quando ela me encontrar, e ela acreditará no que eu disser.
O Império Romano traiu a humanidade ao inventar religiões para subjugá-la. Todas as religiões institucionalizadas são falsas. Todos os livros sagrados dessas religiões contêm fraudes. No entanto, há mensagens que fazem sentido. E há outras, ausentes, que podem ser deduzidas das mensagens legítimas de justiça. Daniel 12:1-13 — ‘O príncipe que luta pela justiça se levantará para receber a bênção de Deus.’ Provérbios 18:22 — ‘A esposa é a bênção que Deus dá ao homem.’ Levítico 21:14 — ‘Ele deverá se casar com uma virgem de sua própria fé, pois ela é do seu próprio povo, a qual será libertada quando os justos se levantarem.’
📚 O que é uma religião institucionalizada? Uma religião institucionalizada é quando uma crença espiritual é transformada em uma estrutura formal de poder, projetada para controlar as pessoas. Deixa de ser uma busca individual pela verdade ou justiça e se torna um sistema dominado por hierarquias humanas, a serviço do poder político, econômico ou social. O que é justo, verdadeiro ou real não importa mais. A única coisa que importa é a obediência. Uma religião institucionalizada inclui: Igrejas, sinagogas, mesquitas, templos. Líderes religiosos poderosos (padres, pastores, rabinos, imãs, papas, etc.). Textos sagrados ‘oficiais’ manipulados e fraudulentos. Dogmas que não podem ser questionados. Regras impostas à vida pessoal das pessoas. Ritos e rituais obrigatórios para ‘pertencer’. Foi assim que o Império Romano, e posteriormente outros impérios, usaram a fé para subjugar as pessoas. Transformaram o sagrado em um negócio. E a verdade em heresia. Se você ainda acredita que obedecer a uma religião é o mesmo que ter fé, você foi enganado. Se você ainda confia nos livros deles, você confia nas mesmas pessoas que crucificaram a justiça. Não é Deus falando em seus templos. É Roma. E Roma nunca parou de falar. Acorde. Quem busca justiça não precisa de permissão. Nem de instituição.

Português
Ela me encontrará, a mulher virgem acreditará em mim.
( – – )
Este é o trigo na Bíblia que destrói o joio romano na Bíblia:
Apocalipse 19:11
Então vi o céu aberto, e eis um cavalo branco; aquele que o montava chamava-se Fiel e Verdadeiro, e em justiça ele julga e faz guerra.
Apocalipse 19:19
E vi a besta, os reis da terra e os seus exércitos reunidos para fazer guerra contra aquele que estava assentado no cavalo e contra o seu exército.
Salmo 2:2-4
‘Os reis da terra se levantam, e os governantes conspiram juntos contra o Senhor e contra o seu ungido, dizendo:
‘Quebremos os seus laços e lancemos de nós as suas cordas.’
Aquele que está entronizado nos céus ri; o Senhor zomba deles.’
Agora, um pouco de lógica básica: se o cavaleiro luta pela justiça, mas a besta e os reis da terra lutam contra este cavaleiro, então a besta e os reis da terra são contra a justiça. Portanto, eles representam o engano das falsas religiões que governam com eles.
A grande prostituta da Babilônia, que é a falsa igreja criada por Roma, considerou-se ‘a esposa do ungido do Senhor’, mas os falsos profetas dessa organização que vende ídolos e palavras lisonjeiras não compartilham os objetivos pessoais do ungido do Senhor e dos verdadeiros santos, porque os líderes ímpios escolheram para si o caminho da idolatria, do celibato ou da sacramentalização de casamentos impuros em troca de dinheiro. Suas sedes religiosas estão cheias de ídolos, incluindo falsos livros sagrados, diante dos quais se prostram:
Isaías 2:8-11
8 A sua terra está cheia de ídolos; prostram-se diante da obra de suas próprias mãos, diante do que seus dedos fizeram.
9 O homem será abatido, e o mortal será humilhado; não os perdoes.
10 Entra na rocha, esconde-te no pó, diante do terror do SENHOR e do esplendor da sua majestade.
11 O orgulho dos olhos do homem será abatido, e a arrogância dos homens será humilhada; somente o SENHOR será exaltado naquele dia.
Provérbios 19:14
Casa e riquezas são herança dos pais, mas uma esposa prudente vem do SENHOR.
Levítico 21:14
O sacerdote do SENHOR não tomará por esposa uma viúva, nem uma divorciada, nem uma mulher impura, nem uma prostituta; tomará por esposa uma virgem do seu próprio povo.
Apocalipse 1:6
E ele nos fez reis e sacerdotes para seu Deus e Pai; a ele seja a glória e o domínio para todo o sempre.
1 Coríntios 11:7
A mulher é a glória do homem.

O que significa em Apocalipse que a besta e os reis da terra travam guerra contra o cavaleiro do cavalo branco e seu exército?

O significado é claro, os líderes mundiais estão de mãos dadas com os falsos profetas que são disseminadores das falsas religiões que são dominantes entre os reinos da terra, por razões óbvias, que incluem o cristianismo, o islamismo, etc. Esses governantes são contra a justiça e a verdade, que são os valores defendidos pelo cavaleiro do cavalo branco e seu exército leal a Deus. Como é evidente, o engano faz parte dos falsos livros sagrados que esses cúmplices defendem com o rótulo de ‘Livros Autorizados de Religiões Autorizadas’, mas a única religião que eu defendo é a justiça, eu defendo o direito dos justos de não serem enganados com enganos religiosos.

Apocalipse 19:19 Então vi a besta e os reis da terra e os seus exércitos reunidos para fazerem guerra contra o cavaleiro do cavalo e contra o seu exército.
Agora, um pouco de lógica básica: se o cavaleiro representa a justiça, mas a besta e os reis da terra lutam contra esse cavaleiro, então a besta e os reis da terra são contra a justiça e, portanto, eles representam o engano das falsas religiões que governam com eles.

Esta é a minha história:
José, um jovem criado nos ensinamentos católicos, viveu uma série de acontecimentos marcados por relações complexas e manipulações. Aos 19 anos, ele começou um relacionamento com Mônica, uma mulher possessiva e ciumenta. Embora José achasse que deveria terminar o relacionamento, sua educação religiosa o levou a tentar mudá-la com amor. No entanto, o ciúme de Mônica se intensificou, especialmente em relação a Sandra, uma colega de classe que estava dando em cima de José.

Sandra começou a assediá-lo em 1995 com ligações telefônicas anônimas, nas quais fazia barulhos com o teclado e desligava.

Em uma dessas ocasiões, ela revelou que era ela quem estava ligando, depois que José perguntou com raiva na última ligação: ‘Quem é você?’ Sandra ligou para ele imediatamente, mas naquela ligação ela disse: ‘José, quem sou eu?’ José, reconhecendo sua voz, disse a ela: ‘Você é Sandra’, ao que ela respondeu: ‘Você já sabe quem eu sou.’ José evitou confrontá-la. Durante esse período, Monica, obcecada por Sandra, ameaçou Jose de machucar Sandra, o que levou Jose a proteger Sandra e prolongar seu relacionamento com Monica, apesar de seu desejo de terminá-lo.

Finalmente, em 1996, José terminou com Mônica e decidiu se aproximar de Sandra, que inicialmente havia demonstrado interesse por ele. Quando José tentou falar com ela sobre seus sentimentos, Sandra não permitiu que ele se explicasse, o tratou com palavras ofensivas e ele não entendeu o motivo. José optou por se distanciar, mas em 1997 acreditou ter a oportunidade de falar com Sandra, esperando que ela explicasse sua mudança de atitude e pudesse compartilhar os sentimentos que havia mantido em silêncio. No dia do aniversário dela, em julho, ele ligou para ela, como havia prometido um ano antes, quando ainda eram amigos—algo que ele não pôde fazer em 1996 porque estava com Monica. Na época, ele acreditava que promessas nunca deveriam ser quebradas (Mateus 5:34-37), embora agora entenda que algumas promessas e juramentos podem ser reconsiderados se foram feitos por engano ou se a pessoa não os merece mais. Quando ele terminou de cumprimentá-la e estava prestes a desligar, Sandra implorou desesperadamente: ‘Espera, espera, podemos nos encontrar?’ Isso o fez pensar que ela havia reconsiderado e que finalmente explicaria sua mudança de atitude, permitindo-lhe compartilhar os sentimentos que ele havia guardado em silêncio. No entanto, Sandra nunca lhe deu respostas claras, mantendo a intriga com atitudes evasivas e contraproducentes.

Ante essa atitude, José decidiu não procurá-la mais. Foi então que começou o assédio telefônico constante. As ligações seguiam o mesmo padrão de 1995 e desta vez eram direcionadas à casa de sua avó paterna, onde José morava. Ele estava convencido de que era Sandra, pois havia lhe dado seu número recentemente. Essas ligações eram constantes, de manhã, à tarde, à noite e de madrugada, e duravam meses. Quando um membro da família atendia, eles não desligavam, mas quando José atendia, o clique das teclas podia ser ouvido antes de desligar.

José pediu à tia, dona da linha telefônica, que solicitasse um registro das ligações recebidas da companhia telefônica. Ele planejava usar essa informação como evidência para contatar a família de Sandra e expressar sua preocupação sobre o que ela estava tentando alcançar com esse comportamento. No entanto, sua tia minimizou seu argumento e se recusou a ajudar. Estranhamente, ninguém na casa, nem sua tia nem sua avó paterna, pareciam indignados com o fato de que as ligações também ocorriam de madrugada, e eles não se preocuparam em descobrir como pará-las ou identificar a pessoa responsável.

Isso tinha a estranha aparência de uma tortura orquestrada. Mesmo quando José pediu à sua tia para desligar o cabo do telefone à noite para que ele pudesse dormir, ela recusou, argumentando que um de seus filhos, que morava na Itália, poderia ligar a qualquer momento (considerando a diferença de fuso horário de seis horas entre os dois países). O que tornava tudo ainda mais estranho era a fixação de Mónica por Sandra, apesar de nem sequer se conhecerem. Mónica não estudava no instituto onde José e Sandra estavam matriculados, mas começou a sentir ciúmes de Sandra desde o dia em que pegou uma pasta contendo um trabalho em grupo de José. A pasta listava os nomes de duas mulheres, incluindo Sandra, mas, por alguma razão estranha, Mónica ficou obcecada apenas com o nome de Sandra.

Embora José inicialmente ignorasse as ligações telefônicas de Sandra, com o tempo ele cedeu e contatou Sandra novamente, influenciado pelos ensinamentos bíblicos que aconselhavam orar por aqueles que o perseguiam. No entanto, Sandra o manipulava emocionalmente, alternando entre insultos e pedidos para que ele continuasse procurando por ela. Depois de meses desse ciclo, José descobriu que tudo era uma armadilha. Sandra o acusou falsamente de assédio sexual e, como se isso não fosse ruim o suficiente, Sandra enviou alguns criminosos para espancar José.

Naquela terça-feira, sem que José soubesse, Sandra já havia armado uma emboscada para ele.

Alguns dias antes, José contou ao seu amigo Johan sobre a situação que vivia com Sandra. Johan também achava o comportamento dela estranho e suspeitava que poderia ser algum tipo de feitiçaria feita por Mónica. Naquela terça-feira, José visitou seu antigo bairro, onde morava em 1995, e por acaso encontrou Johan. Depois de ouvir mais detalhes, Johan aconselhou José a esquecer Sandra e sair para uma discoteca, conhecer outras mulheres—quem sabe ele encontraria alguém que o ajudasse a esquecê-la. José achou a ideia boa.

Então, eles pegaram um ônibus rumo ao centro de Lima para ir à discoteca. Por coincidência, o percurso passava em frente ao instituto IDAT. Quando estavam a um quarteirão do IDAT, José teve a ideia repentina de descer por um momento para pagar um curso de sábado no qual havia se matriculado. Ele havia conseguido economizar um pouco de dinheiro vendendo seu computador e trabalhando por uma semana em um armazém. No entanto, teve que pedir demissão porque exploravam os funcionários, fazendo-os trabalhar 16 horas por dia, embora registrassem apenas 12, e ameaçavam não pagar nada se não completassem a semana.

José virou-se para Johan e disse: ‘Eu estudo aqui aos sábados. Já que estamos passando por aqui, vamos descer um instante, eu pago meu curso e depois seguimos para a discoteca.’

Assim que José pisou na calçada, antes mesmo de atravessar a rua, ficou chocado ao ver Sandra ali, parada na esquina do instituto. Incrédulo, disse a Johan: ‘Johan, não acredito—Sandra está bem ali. É a garota de quem te falei, aquela que age de maneira tão estranha. Espera aqui; vou perguntar se ela recebeu a carta em que eu a avisava das ameaças de Mónica contra ela e, quem sabe, ela finalmente me explique o que está acontecendo e o que quer de mim com todas essas ligações.’

Johan esperou enquanto José se aproximava. Mas assim que começou a falar—’Sandra, você viu minhas cartas? Pode finalmente me explicar o que está acontecendo?’—Sandra, sem dizer uma palavra, fez um gesto com a mão. Era um sinal. Três criminosos apareceram, escondidos em diferentes lugares: um no meio da rua, outro atrás de Sandra e o terceiro atrás de José.

O que estava atrás de Sandra se aproximou e disse: ‘Então é você o assediador sexual que incomoda minha prima?’

José, pego de surpresa, respondeu: ‘O quê? Eu, um assediador? Pelo contrário, é ela quem me assedia! Se você ler a carta, verá que só quero entender por que ela continua me ligando!’

Antes que pudesse reagir, um dos bandidos o agarrou pelo pescoço por trás e o jogou violentamente no chão. Então, junto com o que dizia ser primo de Sandra, começaram a chutá-lo. Enquanto isso, o terceiro criminoso vasculhava seus bolsos, tentando roubá-lo. Eram três contra um, com José caído no chão, indefeso.

Felizmente, seu amigo Johan entrou na briga, o que permitiu que José se levantasse. Mas o terceiro agressor pegou pedras e começou a lançá-las contra José e Johan.

O ataque só terminou quando um policial de trânsito interveio. O policial disse a Sandra: ‘Se ele está te assediando, faça uma denúncia.’

Sandra, visivelmente nervosa, se afastou rapidamente, sabendo que sua acusação era falsa.

José, embora profundamente traído, não registrou queixa. Ele não tinha provas dos meses de assédio que sofreu de Sandra. Mas além do choque da traição, uma pergunta o assombrava:

‘Como ela conseguiu preparar essa emboscada se eu nunca venho aqui na terça-feira à noite? Eu só venho aos sábados de manhã para minhas aulas.’

Isso fez surgir nele uma dúvida assustadora: e se Sandra não fosse apenas uma mulher comum, mas uma bruxa com algum tipo de poder sobrenatural?

Esses eventos deixaram uma marca profunda em José, que busca justiça e expor aqueles que o manipularam. Além disso, ele busca desvirtuar os conselhos da Bíblia, como: ore por aqueles que o insultam, pois ao seguir esse conselho, ele caiu na armadilha de Sandra.

Testemunho de José.

Sou José Carlos Galindo Hinostroza, autor do blog:
e outros blogs.
Nasci no Peru, essa foto é minha, é de 1997, eu tinha 22 anos.

Naquela época, estava envolvido nas intrigas de Sandra Elizabeth, uma ex-colega do instituto IDAT. Eu estava confuso sobre o que estava acontecendo com ela (Ela me assediou de uma maneira muito complexa e longa para contar nesta imagem, mas relato na parte inferior deste blog: e neste vídeo:

Eu não descartava a possibilidade de que Mónica Nieves, minha ex-namorada, tivesse feito algum tipo de feitiçaria contra ela.

Procurando respostas na Bíblia, li em Mateus 5:
‘ Orai por quem vos insulta, ‘
E, naqueles dias, Sandra me insultava enquanto me dizia que não sabia o que estava acontecendo com ela, que queria continuar sendo minha amiga e que eu deveria continuar a ligar e procurá-la repetidamente. Isso durou cinco meses. Em resumo, Sandra fingiu estar possuída por algo para me manter confuso. As mentiras na Bíblia me fizeram acreditar que pessoas boas podem se comportar mal por causa de um espírito maligno. Por isso, o conselho de orar por ela não me pareceu tão absurdo, pois antes Sandra fingia ser uma amiga, e eu caí no seu engano.

Os ladrões frequentemente usam a estratégia de fingir boas intenções: Para roubar lojas, fingem ser clientes; para pedir dízimos, fingem pregar a palavra de Deus, mas pregam a de Roma, etc., etc. Sandra Elizabeth fingiu ser uma amiga, depois fingiu ser uma amiga em apuros buscando minha ajuda, mas tudo para me caluniar e armar uma emboscada com três criminosos, provavelmente por vingança, porque um ano antes eu havia recusado suas investidas, pois estava apaixonado por Mónica Nieves, a quem permaneci fiel. Mas Mónica não confiava na minha fidelidade e ameaçou matar Sandra Elizabeth, razão pela qual terminei com Mónica aos poucos, ao longo de oito meses, para que ela não pensasse que foi por causa de Sandra. Mas Sandra Elizabeth me pagou assim: com calúnias. Ela me acusou falsamente de assédio sexual e, com esse pretexto, ordenou que três criminosos me espancassem, tudo na frente dela.

Conto tudo isso no meu blog e nos meus vídeos no YouTube:

Não quero que outros justos passem por experiências ruins como a minha, e é por isso que criei o que você está lendo. Sei que isso irritará os injustos como Sandra, mas a verdade é como o verdadeiro evangelho: favorece apenas os justos.

A maldade da família de José eclipsa a maldade de Sandra:

José sofreu uma traição devastadora por parte de sua própria família, que não apenas se recusou a ajudá-lo a impedir o assédio de Sandra, mas também o acusou falsamente de ter uma doença mental. Seus próprios parentes usaram essas acusações como pretexto para sequestrá-lo e torturá-lo, enviando-o duas vezes para centros de tratamento psiquiátrico e uma terceira vez para um hospital.

Tudo começou quando José leu Êxodo 20:5 e deixou de ser católico. A partir desse momento, ele se indignou com os dogmas da Igreja e começou a protestar por conta própria contra suas doutrinas, além de aconselhar seus parentes a pararem de rezar para imagens. Ele também lhes contou que estava orando por uma amiga (Sandra) que aparentemente estava enfeitiçada ou possuída. José estava sob estresse devido ao assédio, mas seus parentes não toleraram que ele exercesse sua liberdade de expressão religiosa. Como resultado, destruíram sua carreira profissional, sua saúde e sua reputação, internando-o em centros para doentes mentais, onde foi forçado a tomar sedativos.

Não apenas o internaram contra sua vontade, mas, após sua libertação, o obrigaram a continuar tomando medicamentos psiquiátricos sob ameaça de novos internamentos. Ele lutou para se livrar dessas amarras e, durante os últimos dois anos dessa injustiça, com sua carreira de programador destruída, foi forçado a trabalhar sem salário no restaurante de um tio que traiu sua confiança. José descobriu em 2007 que esse tio fazia com que a cozinheira colocasse comprimidos psiquiátricos em sua comida sem que ele soubesse. Foi graças à ajuda de uma funcionária da cozinha, Lidia, que ele conseguiu descobrir a verdade.

De 1998 a 2007, José perdeu praticamente dez anos de sua juventude por causa de familiares traidores. Em retrospecto, ele percebeu que seu erro foi defender a Bíblia para negar o catolicismo, pois seus familiares nunca o deixaram lê-la. Eles cometeram essa injustiça sabendo que ele não tinha recursos financeiros para se defender. Quando finalmente conseguiu se libertar da medicação forçada, acreditou ter conquistado o respeito de seus parentes. Seus tios e primos maternos até lhe ofereceram emprego, mas anos depois o traíram novamente, tratando-o com hostilidade até que ele fosse forçado a renunciar. Isso o fez perceber que nunca deveria tê-los perdoado, pois suas más intenções ficaram evidentes.

A partir desse momento, ele decidiu voltar a estudar a Bíblia e, em 2017, começou a notar suas contradições. Aos poucos, entendeu por que Deus permitiu que seus parentes o impedissem de defendê-la em sua juventude. Descobriu as inconsistências bíblicas e começou a denunciá-las em seus blogs, onde também relata sua trajetória de fé e o sofrimento que suportou nas mãos de Sandra e, principalmente, de seus próprios familiares.

Por esse motivo, sua mãe tentou sequestrá-lo novamente em dezembro de 2018, com a ajuda de policiais corruptos e de um psiquiatra que emitiu um laudo falso. Acusaram-no de ser um ‘esquizofrênico perigoso’ para interná-lo novamente, mas a tentativa falhou porque ele não estava em casa. Houve testemunhas do ocorrido, e José apresentou gravações de áudio como prova às autoridades peruanas em sua denúncia, que foi rejeitada.

Sua família sabia perfeitamente que ele não era louco: tinha um emprego estável, um filho e a mãe de seu filho para cuidar. No entanto, mesmo conhecendo a verdade, tentaram sequestrá-lo com a mesma calúnia de antes. Sua própria mãe e outros parentes fanáticos católicos lideraram a tentativa. Embora sua denúncia tenha sido ignorada pelo Ministério, José expõe essas provas em seus blogs, deixando claro que a maldade de sua família eclipsa até mesmo a de Sandra.

Aqui está a prova dos sequestros usando a calúnia dos traidores:
‘Este homem é um esquizofrênico que precisa urgentemente de tratamento psiquiátrico e de medicação para toda a vida.’

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Número de dias de purificação: Dia # 168 https://gabriels.work/wp-content/uploads/2026/06/mi-henoteismo-base-para-traducciones-jose-galindo.pdf

Já fui programador de computador, gosto de lógica, em Turbo Pascal criei um programa capaz de produzir fórmulas algébricas básicas de forma aleatória, semelhante à fórmula abaixo. No seguinte documento em .PDF você pode baixar o código do programa, isso é prova de que não sou burro, por isso as conclusões da minha pesquisa devem ser levadas a sério. https://ntiend.me/wp-content/uploads/2026/06/math21.pdf

Se O-47=02 então O=49
«Cupido é condenado ao inferno junto com os outros deuses pagãos (os anjos caídos, enviados para punição eterna por sua rebelião contra a justiça) █

Citar essas passagens não significa defender a Bíblia inteira. Se 1 João 5:19 diz que «»o mundo inteiro jaz no poder do maligno»», mas os governantes juram pela Bíblia, então o Diabo governa com eles. Se o Diabo governa com eles, a fraude também governa com eles. Portanto, a Bíblia contém parte dessa fraude, camuflada entre verdades. Ao conectar essas verdades, podemos expor seus enganos. Pessoas justas precisam conhecer essas verdades para que, se foram enganadas por mentiras adicionadas à Bíblia ou outros livros semelhantes, possam se libertar delas.

Daniel 12:7 E ouvi o homem vestido de linho, que estava sobre as águas do rio, levantar a sua mão direita e a sua mão esquerda ao céu, e jurar por aquele que vive para sempre, que isto seria por um tempo, tempos e metade de um tempo. E quando a dispersão do poder do povo santo for realizada, todas estas coisas serão cumpridas.
Considerando que «»Diabo»» significa «»Caluniador»», é natural esperar que os perseguidores romanos, sendo adversários dos santos, teriam mais tarde dado falso testemunho sobre os santos e suas mensagens. Assim, eles próprios são o Diabo, e não uma entidade intangível que entra e sai das pessoas, como fomos levados a acreditar precisamente por passagens como Lucas 22:3 (‘Então Satanás entrou em Judas…’), Marcos 5:12-13 (os demônios entrando nos porcos) e João 13:27 (‘Depois do bocado, Satanás entrou nele’).

Este é meu propósito: ajudar pessoas justas a não desperdiçarem seu poder acreditando nas mentiras de impostores que adulteraram a mensagem original, que nunca pediu a ninguém que se ajoelhasse diante de nada ou orasse a algo que já foi visível.

Não é coincidência que nesta imagem, promovida pela Igreja Romana, Cupido apareça ao lado de outros deuses pagãos. Eles deram nomes de verdadeiros santos a esses falsos deuses, mas veja como esses homens se vestem e como usam seus cabelos longos. Tudo isso vai contra a fidelidade às leis de Deus, pois é um sinal de rebelião, um sinal dos anjos rebeldes (Deuteronômio 22:5).

A serpente, o diabo ou Satanás (o caluniador) no inferno (Isaías 66:24, Marcos 9:44). Mateus 25:41: “Então dirá aos que estiverem à sua esquerda: Apartai-vos de mim, malditos, para o fogo eterno, preparado para o diabo e seus anjos.” Inferno: o fogo eterno preparado para a serpente e seus anjos (Apocalipse 12:7-12), por terem combinado verdades com heresias na Bíblia, no Alcorão, na Torá, e por terem criado evangelhos falsos e proibidos que chamaram de apócrifos, para dar credibilidade às mentiras dos falsos livros sagrados, tudo em rebelião contra a justiça.

Livro de Enoque 95:6: “Ai de vocês, falsas testemunhas, e daqueles que carregam o preço da injustiça, pois vocês perecerão repentinamente!” Livro de Enoque 95:7: “Ai de vocês, injustos que perseguem os justos, pois vocês mesmos serão entregues e perseguidos por causa dessa injustiça, e o peso do seu fardo cairá sobre vocês!” Provérbios 11:8: “O justo será libertado da angústia, e o injusto entrará em seu lugar.” Provérbios 16:4: “O Senhor fez todas as coisas para si mesmo, até mesmo o ímpio para o dia do mal.”

Livro de Enoque 94:10: “Eu digo a vocês, injustos, que aquele que os criou os derrubará; Deus não terá misericórdia de sua destruição, mas Deus se alegrará em sua destruição.” Satanás e seus anjos no inferno: a segunda morte. Eles a merecem por mentirem contra Cristo e Seus fiéis discípulos, acusando-os de serem os autores das blasfêmias de Roma na Bíblia, como seu amor pelo diabo (o inimigo).

Isaías 66:24: “E sairão e verão os cadáveres dos homens que transgrediram contra mim; porque o seu verme não morrerá, nem o seu fogo se apagará; e serão uma abominação para todos os homens.” Marcos 9:44: “Onde o seu verme não morre, e o fogo não se apaga.” Apocalipse 20:14: “E a morte e o Hades foram lançados no lago de fogo. Esta é a segunda morte, o lago de fogo.”

O falso profeta: ‘Idolatria: onde a tua fé encontra o meu plano de negócios.’

Palavra de Satanás: ‘Vinde a mim, todos os cansados e sobrecarregados… pois eu vos darei mais das minhas imagens para carregarem em andores esperando meus milagres.’

Desculpas dos lobos, desmontadas pela razão: “Caiu em tentação”, mas quem devora não cai: revela o que é.

Na sombra espreita a serpente: ‘Se leres o texto, acreditarás que há contradição; tu não entendes, eu interpreto: nada é o que parece’. A águia, iluminada pela luz do sol, responde: ‘Lá do alto vejo a tua mentira desnuda’.

Dizem “Deus ama a todos” para proteger os ímpios: desmontamos essa falsa misericórdia.

O falso profeta defende o ‘evangelho da prosperidade’: ‘Eu prosperei, tenho muito dinheiro. Pare de sofrer, deixe a inveja, continue depositando em minhas contas, alegre-se com a minha prosperidade enquanto eu colho o que você semeia com fé.’

Nenhum discurso patriótico justifica morrer por alguém que não daria a vida por você.

A serpente rasteja e exige que você também se curve diante de seus ídolos tortos. Ela te ensina a se inclinar, não por humildade, mas para adorar o que criou.

Serviço militar obrigatório: O covarde coleciona cadáveres e quer monumentos. O valente sobrevive sem pedir aplausos.

Palavra de Satanás: ‘Quem não está comigo está contra mim…, ama o teu inimigo, pois se não amas o teu inimigo estás contra mim… porque eu sou o teu inimigo.’

El que a hierro mata a hierro muerte – Los santos asesinados por Roma y el mensaje entre líneas. https://penademuerteya.com/2026/06/10/el-que-a-hierro-mata-a-hierro-muerte-los-santos-asesinados-por-roma-y-el-mensaje-entre-lineas/
¿Habla Dios en Romanos 13:1-2 o habla el Imperio romano? https://bestiadn.com/2026/07/01/habla-dios-en-romanos-131-2-o-habla-el-imperio-romano/
Ninguém mais percebeu isso? O falso profeta: ‘Ore mais forte para a estátua! Não pelo seu milagre… mas pela minha conta bancária.’ O feiticeiro: ‘Com este ritual e este amuleto você estará protegido do mal, com esta água farei de você um banho de flor, a caveira aqui.’ Aquele que lhe pede para se prostrar diante de uma imagem e dizer que muitas mentiras são verdadeiras: ‘Com esta oração e levando isso com você você será protegido do mal, com esta água benta eu te darei bênção, no porão estão os crânios (catacumbas)'»